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UFMA amplia coleta de resíduos perigosos para os câmpus do interior e alcança marca de 9 toneladas recolhidas

publicado: 20/07/2026 08h53, última modificação: 20/07/2026 08h53
UFMA amplia coleta de resíduos perigosos para os câmpus do interior e alcança marca de 9 toneladas recolhidas

Resíduos recolhidos para destinação correta e segura. Foto: Jorge Antonio Carvalho (DIMA)

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) segue avançando no gerenciamento de resíduos perigosos com a expansão da coleta para os câmpus do interior. Entre os dias 14 e 16 de julho, foram recolhidas, aproximadamente, 1 tonelada de resíduos nas unidades de São Bernardo, Chapadinha, Codó e Bacabal, em operação acompanhada pelo administrador Jorge Antonio Carvalho, da Divisão de Meio Ambiente (DIMA/DIMATS/SINFRA). A ação integra o Programa UFMA Sustentável, que busca garantir a destinação correta de resíduos químicos, biológicos e perfurocortantes.

A iniciativa representa mais um avanço da política institucional de sustentabilidade da Universidade. Em São Luís, onde o programa teve início, já foram realizadas duas etapas de coleta, totalizando cerca de 8 toneladas de resíduos. Com a inclusão do material coletado nos centros do interior, a UFMA alcança a marca de aproximadamente 9 toneladas de resíduos recolhidos, fortalecendo as ações de gestão ambiental em todas as suas unidades.

A empresa contratada para executar a operação é responsável pelo acondicionamento, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos. Todo o processo segue rigorosos padrões ambientais e de segurança, contribuindo para a redução dos riscos de contaminação, a proteção da saúde da comunidade universitária e a preservação do meio ambiente.

Resíduos coletados no Centro de Ciências de Chapadinha são transportados para destinação final. Foto: Jorge Antonio Carvalho (DIMA)

De acordo com o administrador e fiscal técnico do contrato, Jorge Antonio Carvalho, a ampliação da coleta reforça o compromisso institucional com a gestão adequada dos resíduos gerados nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

“Esse trabalho é fundamental para garantir a segurança da comunidade acadêmica e a preservação ambiental. Já alcançamos a marca de 9 toneladas de resíduos recolhidos entre São Luís e os câmpus do continente, e em breve daremos continuidade às coletas tanto na capital quanto nas demais unidades da UFMA. Nosso compromisso é assegurar que todo o processo seja realizado com responsabilidade e dentro dos padrões técnicos exigidos”, garantiu Jorge.

As coletas contaram com o apoio das equipes locais, responsáveis pelo acompanhamento das atividades e pela organização dos resíduos para a retirada. A expansão do serviço demonstra o esforço conjunto entre a Superintendência de Infraestrutura (SINFRA), por meio da Divisão de Meio Ambiente (DIMA), e as unidades acadêmicas para consolidar uma gestão ambiental cada vez mais eficiente e alinhada às boas práticas de sustentabilidade.

Coletas seguirão com o objetivo de garantir a segurança da comunidade acadêmica e a preservação ambiental. Foto: Jorge Antonio Carvalho (DIMA)

"Para mim, enquanto técnico de Laboratório de Química e Biologia da UFMA, Câmpus Bacabal. A realização da primeira coleta de resíduos químicos do nosso laboratório representa um avanço importante para o câmpus, garantindo que os resíduos gerados recebam a destinação correta, evitando impactos ao meio ambiente e promovendo mais segurança para toda a comunidade acadêmica. Além disso, essa iniciativa reforça a importância da educação ambiental e mostra aos nossos estudantes que a responsabilidade com o gerenciamento de resíduos faz parte da prática científica e da formação profissional. É uma satisfação participar desse momento e contribuir para uma universidade cada vez mais segura e sustentável", pontuou o técnico de Laboratório de Química e Biologia do Centro de Ciências de Bacabal, Paulo Victor Ericeira.

Com a continuidade das coletas prevista para os próximos meses, a UFMA reafirma seu compromisso com a gestão ambiental responsável, promovendo ações que asseguram o correto e seguro manejo dos resíduos perigosos, protegem a comunidade universitária e contribuem para a preservação dos recursos naturais.

Por: Ingrid Trindade

Fotos: Jorge Antonio Carvalho

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