Notícias

Programas de pós-graduação da UFMA promovem mesa-redonda sobre saúde, desinformação e redes sociais nessa terça-feira, 1°

publicado: 31/08/2026 16h11, última modificação: 31/08/2026 16h26
Programas de pós-graduação da UFMA promovem mesa-redonda sobre saúde, desinformação e redes sociais nessa terça-feira, 1°

Os programas de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) e em Comunicação (PPGCOMPRO) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) promovem, nessa terça-feira, 1º de setembro, a mesa-redonda “Saúde na era dos algoritmos: desinformação, diagnóstico e performance”. O evento ocorre das 14h às 17h, no anfiteatro de Comunicação do Centro de Ciências Sociais (CCSO), no Câmpus São Luís.

A discussão tem o objetivo de criar um espaço de diálogo e reflexão crítica sobre os impactos da desinformação em saúde e do autodiagnóstico nas redes sociais, abordando aspectos psicológicos, sociais e comunicacionais. A programação é voltada para estudantes de graduação e pós-graduação, professores, profissionais de saúde e o público em geral. As inscrições devem ser feitas de forma on-line (clique aqui).

A atividade contará com a presença de Pâmela Pinto, professora do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), das mestrandas do PPGPSI Évillyn Santos e Juliana Costa, além de mediação conduzida por Mariana Pedrosa.

Segundo a organização do evento, a proposta é refletir sobre a desinformação na área da saúde, com destaque para o impacto das fake news contra a ciência e o Sistema Único de Saúde (SUS). Sob o ponto de vista da psicologia, a atividade analisará como a constante comparação social nas redes gera sofrimento psíquico e fará um alerta sobre os riscos do autodiagnóstico.

A coordenadora-geral do evento e professora de Comunicação, Rosinete Ferreira, ressalta que a internet pode auxiliar na busca por informações sobre saúde mental, mas não substitui o diagnóstico e o acompanhamento profissional. “A internet tornou-se não apenas um espaço de comunicação, mas também de avaliação, comparação e construção de identidades. Além disso, as plataformas digitais têm se constituído como importantes fontes de informação sobre saúde mental, facilitando o acesso a conteúdos relacionados a sintomas, transtornos e formas de sofrimento psíquico. Embora esse acesso possa contribuir para que as pessoas reconheçam a necessidade de buscar cuidado, é importante destacar que identificação não é o mesmo que diagnóstico. A rápida associação entre experiências pessoais e informações encontradas on-line pode levar a interpretações equivocadas, reforçando a importância do acompanhamento profissional e do acesso a informações científicas confiáveis”, explica.

A participação no evento garante certificado de 4 horas. Se inscreva aqui. 

Por: DCOM

Revisão: Jáder Cavalcante

registrado em: