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Mulheres pesquisadoras

Segundo dados da UNESCO, as mulheres representam apenas cerca de 30% dos pesquisadores em todo o mundo

       

 

         Apesar dos obstáculos, as mulheres estão na linha de frente dos maiores desafios contemporâneos. Durante a pandemia de COVID-19, foram mentes femininas que lideraram o caminho: da bioquímica húngara Katalin Karikó, pioneira da tecnologia de mRNA para vacinas, à brasileira Ester Sabino, que coordenou o sequenciamento do genoma do vírus em tempo recorde na América Latina.

A inclusão de mulheres na ciência traz o que especialistas chamam de "ganho de perspectiva". Quando o grupo de pesquisadores é diverso, as perguntas mudam. Medicamentos deixam de ser testados apenas em corpos masculinos, algoritmos de IA passam a ser questionados por seus vieses de gênero e o design de cidades começa a considerar a segurança de todos os cidadãos.

 Saiba mais na reportagem do JTV UFMA