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4ª Semana de Ciências Naturais discute o tema “Biotecnologia e Bioinovação para o Desenvolvimento Sustentável”

publicado: 16/10/2025 15h26, última modificação: 16/10/2025 15h26
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O curso de Licenciatura em Ciências Naturais, da Universidade Federal do Maranhão, câmpus Imperatriz, realizou de  06 a 08 de outubro de 2025  a 4ª Semana de Ciências Naturais, evento que já se consolidou como parte essencial da vida acadêmica da universidade e da comunidade local. Com o tema “Biotecnologia e Bioinovação para o Desenvolvimento Sustentável”, a programação desta edição buscou promover debates sobre o papel da ciência na construção de soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios do século XXI.

A mesa de abertura foi composta pelo professor Laécio Nobre de Macêdo, coordenador da 4ª Semana de Ciências Naturais; professor Osmar Pedrochi Junior, coordenador do curso de Licenciatura em Ciências Naturais; professora Rafaela Carvalho Tigre Castro, coordenadora de extensão do curso; professor  Ciro Líbio Caldas dos Santos, vice-coordenador do evento; Raquel Cristiane Silva de Jesus, secretária da Semana; e Samir de Jesus Rocha, representante discente e tesoureiro da comissão organizadora.

Ao longo de suas três edições anteriores, o evento abordou temas de grande relevância, como os avanços das licenciaturas, os desafios contemporâneos da formação docente e o papel da ciência como instrumento de transformação social. Nesta quarta edição, o foco volta-se para as práticas científicas comprometidas com a vida, a justiça social e a preservação ambiental, alinhando-se à missão da UFMA de promover o desenvolvimento sustentável por meio do ensino, da pesquisa e da extensão.

O professor Osmar Pedrochi Junior, recém eleito coordenador do curso de Licenciatura em Ciências Naturais,  ressaltou a relevância da retomada do evento para a identidade do curso e a formação dos estudantes. “É um evento que já fazia algum tempo que o curso não realizava, e ele traz identidade também para o curso, já que o tema foi escolhido pelos alunos e boa parte da programação foi organizada por eles, sob a orientação dos professores coordenadores”. O docente destacou ainda que a iniciativa favorece a integração entre calouros e veteranos, além de ampliar os horizontes acadêmicos ao abordar temas atuais, como biotecnologia e bioinovação. “É uma oportunidade para que os novos alunos compreendam o funcionamento do curso, conheçam os colegas mais experientes e se envolvam em discussões que vão além da sala de aula”, pontuou.

Com entusiasmo e orgulho pelo trabalho desenvolvido no curso, o professor Dr. Laécio Nobre de Macêdo, coordenador do evento, enfatizou que a Semana representa uma oportunidade de dar visibilidade às pesquisas realizadas na UFMA e de aproximar a comunidade acadêmica da produção científica local. “É uma alegria compartilhar com nossos alunos e com toda a comunidade o que temos produzido aqui na Universidade Federal do Maranhão. Muitas pessoas de fora não conhecem a realidade da universidade e ignoram as pesquisas de ponta que desenvolvemos, com artigos em revistas de alto impacto e até patentes depositadas”, afirmou. 

A programação da 4ª Semana de Ciências Naturais contou com palestras, minicursos, apresentações de trabalhos e atividades culturais voltadas à difusão do conhecimento e ao incentivo à pesquisa e à inovação no campo das ciências naturais.

Rebeca Lima, graduanda do curso de Licenciatura em Ciências Naturais – Biologia, também compartilhou sua experiência como integrante da comissão organizadora da 4ª Semana de Ciências Naturais. “Está sendo uma ótima experiência, algo muito novo e desafiador para mim. Nunca tinha participado da organização de um evento, apenas como ouvinte ou apresentadora de trabalho, e agora pude vivenciar tudo de perto”, contou. 

A acadêmica Evellyn Cristina lembrou que  participar de um evento voltado à ciência reforça sua paixão pela área e desperta o desejo de continuar se envolvendo em projetos de pesquisa e extensão. “Ver a ciência sendo debatida, apresentada e valorizada aqui na universidade me motiva a seguir aprendendo e participando mais ativamente da comunidade acadêmica”, completou.



Por: Henry Adrian e Rosiane Stefane