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Estudantes do curso de Letras-Língua Portuguesa e Libras EaD participam do III SENILAC-FASB

publicado: 14/04/2026 09h00, última modificação: 14/04/2026 00h16
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Entre os dias 8 e 10 de abril, a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) sediou o III Seminário Nacional Interdisciplinar de Linguagem e Acessibilidade Comunicativa (SENILAC) e o III Festival Arte sem Barreiras (FASB). O evento reuniu pesquisadores, profissionais, estudantes e instituições para discutir práticas, desafios e avanços na área da acessibilidade comunicacional.

Com o propósito de socializar o conhecimento produzido na academia e aproximá-lo das demandas da sociedade, o SENILA- FASB se consolidam como espaços de troca e construção coletiva. A iniciativa busca não apenas apresentar pesquisas e experiências, mas também fortalecer a formação profissional, estimular o intercâmbio de saberes e ampliar o debate sobre linguagem, comunicação e inclusão.

A Superintendente de Tecnologias na Educação (STED), Patrícia Machado, marcou presença na mesa de abertura do evento. A coordenadora do curso de Letras-Língua Portuguesa e Libras, professora Maria Nilza Quixaba, destacou a relevância da temática abordada, especialmente no que diz respeito às discussões atuais sobre avaliação biopsicossocial.

Segundo a docente, é fundamental que tanto a universidade quanto o poder público reconheçam a importância dessas pautas e avancem na implementação de políticas efetivas. Ela também ressaltou a importância das parcerias institucionais para o fortalecimento da inclusão, mencionando a colaboração com a APAE, o CAAHS/SEMED, a SEMEPED, o CAS/MA e a Escola Municipal Integral Bilíngue.

Na ocasião, as estudantes Jordânia Barbosa Silva e Edna de Almeida Lima Silva, do polo de Açailândia, apresentaram o trabalho intitulado “Tecnologias Digitais no Ensino de Libras: Recursos que fortalecem a aprendizagem e a inclusão”.

Para Jordânia, a experiência no seminário foi enriquecedora tanto do ponto de vista acadêmico quanto profissional. “O evento traz a oportunidade de adquirir mais conhecimento e levar esse aprendizado para a sala de aula. Tenho um aluno surdo, e isso contribui diretamente para fortalecer a inclusão e o processo de ensino-aprendizagem na comunidade escolar”, afirmou.

A estudante também destacou a importância das trocas promovidas durante o evento. “O congresso criou uma rede que fortalece o conhecimento. Um dos palestrantes apresentou, por exemplo, um aplicativo que auxilia tanto a aprendizagem do aluno quanto o trabalho do professor”, completou a estudante do sétimo período do Curso de Letras-Língua Portuguesa e Libras EaD.

Arte, inclusão e transformação social

Além das discussões acadêmicas, o FASB ampliou o alcance do evento ao valorizar a arte como instrumento de inclusão e expressão. A iniciativa proporcionou espaço para que diferentes manifestações artísticas fossem conhecidas, incentivando o surgimento e a visibilidade de novos talentos.




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